Franciscanos Seculares em Natal

Estruturada a partir de Fraternidades Locais, a Ordem Franciscana Secular compõe-se de pessoas que, assumindo sua condição de batizados, propõem-se a, no estado secular, seguir o Evangelho conforme o exemplo de São Francisco, observando a Regra e Vida da OFS. A Fraternidade São Francisco de Assis integra a Família Franciscana do Brasil e fica na Cidade Alta (Centro), em Natal-RN. Foi a primeira da cidade.

Levar o Evangelho à Vida

"Hoje que a Igreja deseja viver uma profunda renovação missionária, há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra, tanto aos mais íntimos como aos desconhecidos. É a pregação informal que se pode realizar durante uma conversa, e é também a que realiza um missionário quando visita um lar. Ser discípulo significa ter a disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus; e isto sucede espontaneamente em qualquer lugar: na rua, na praça, no trabalho, num caminho." (Evangelii Gaudium, n. 127)

Oração de São Francisco


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Missão da Igreja no mundo de hoje



Seguem alguns trechos para ajudar a compreender a vinculação da Igreja às reivindicações sociais. Não substituem a leitura integral do mesmo, exigem uma interpretação contextualizada e não trazem toda a sua fundamentação. Mas convidam à reflexão.

Além dos que estão abaixo, também se indica a leitura:
·         Carta Encíclica Rerum Novarum, do Sumo Pontífice Papa Leão XIII, sobre a condição dos operários
·         Carta Encíclica Populorum Progressio de Sua Santidade Papa Paulo VI, sobre o desenvolvimento dos povos
·         Carta Encíclica Centesimus Annus do Sumo Pontífice João Paulo II, no centenário da Rerum Novarum
·         Carta Encíclica Sollicitudo Rei Socialis do Sumo Pontífice João Paulo II, pelo vigésimo aniversário da Encíclica Populorum Progressio
No final, conclui-se com Admoestação do Seráfico Pai Francisco.

Paz e Bem!

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL CHRISTIFIDELES LAICI DE SUA SANTIDADE O PAPA JOÃO PAULO II SOBRE VOCAÇÃO E MISSÃO DOS LEIGOS NA IGREJA E NO MUNDO

“Para animar cristãmente a ordem temporal, no sentido que se disse de servir a pessoa e a sociedade, os fiéis leigos não podem absolutamente abdicar da participação na « política », ou seja, da múltipla e variada acção económica, social, legislativa, administrativa e cultural, destinada a promover orgânica e institucionalmente o bem comum.[...]
os fiéis leigos devem dar testemunho daqueles valores humanos e evangélicos que estão intimamente ligados à própria actividade política, como a liberdade e a justiça, a solidariedade, a dedicação fiel e desinteressada ao bem de todos, o estilo simples de vida, o amor preferencial pelos pobres e pelos últimos. Isso exige que os fiéis leigos sejam cada vez mais animados de uma real participação na vida da Igreja e iluminados pela sua doutrina social. Para isso poder-lhes-á ser de apoio e de ajuda a familiaridade com as comunidades cristãs e com os seus Pastores.
Estilo e meio de realizar uma política que tenha em vista o verdadeiro progresso humano é a solidariedade: esta pede a participação activa e responsável de todos na vida política, desde os cidadãos individualmente aos vários grupos, sindicatos e partidos: todos e cada um somos simultaneamente destinatários e protagonistas da política. (42)”

CARTA ENCÍCLICA DEUS CARITAS EST DO SUMO PONTÍFICE BENTO XVI, SOBRE O AMOR CRISTÃO
“Isto significa que a construção de um ordenamento social e estatal justo, pelo qual seja dado a cada um o que lhe compete, é um dever fundamental que deve enfrentar de novo cada geração. Tratando-se de uma tarefa política, não pode ser encargo imediato da Igreja. Mas, como ao mesmo tempo é uma tarefa humana primária, a Igreja tem o dever de oferecer, por meio da purificação da razão e através da formação ética, a sua contribuição específica para que as exigências da justiça se tornem compreensíveis e politicamente realizáveis.” (28)
“o dever imediato de trabalhar por uma ordem justa na sociedade é próprio dos fiéis leigos. Estes, como cidadãos do Estado, são chamados a participar pessoalmente na vida pública. Não podem, pois, abdicar « da múltipla e variada acção económica, social, legislativa, administrativa e cultural, destinada a promover orgânica e institucionalmente o bem comum ». Por conseguinte, é missão dos fiéis leigos configurar rectamente a vida social, respeitando a sua legítima autonomia e cooperando, segundo a respectiva competência e sob própria responsabilidade, com os outros cidadãos.” (29)
“A actividade caritativa cristã deve ser independente de partidos e ideologias. Não é um meio para mudar o mundo de maneira ideológica, nem está ao serviço de estratégias mundanas, mas é actualização aqui e agora daquele amor de que o homem sempre tem necessidade. O tempo moderno, sobretudo a partir do Oitocentos, aparece dominado por diversas variantes duma filosofia do progresso, cuja forma mais radical é o marxismo. [...]Só se contribui para um mundo melhor, fazendo o bem agora e pessoalmente, com paixão e em todo o lado onde for possível, independentemente de estratégias e programas de partido. O programa do cristão — o programa do bom Samaritano, o programa de Jesus — é « um coração que vê ». Este coração vê onde há necessidade de amor, e actua em consequência. Obviamente, quando a actividade caritativa è assumida pela Igreja como iniciativa comunitária, à espontaneidade do indivíduo há que acrescentar também a programação, a previdência, a colaboração com outras instituições idênticas.” (31, b)

CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA LUMEN GENTIUM, SOBRE A IGREJA
“Só Cristo é mediador e caminho de salvação e Ele torna-Se-nos presente no Seu corpo, que é a Igreja [...] São plenamente incorporados à sociedade que é a Igreja aqueles que, tendo o Espírito de Cristo, aceitam toda a sua organização e os meios de salvação nela instituídos, e que, pelos laços da profissão da fé, dos sacramentos, do governo eclesiástico e da comunhão, se unem, na sua estrutura visível, com Cristo, que a governa por meio do Sumo Pontífice e dos Bispos.”(14)
“Ensina, por isso, o sagrado Concílio que, por instituição divina, os Bispos sucedem aos Apóstolos, como pastores da Igreja; quem os ouve, ouve a Cristo; quem os despreza, despreza a Cristo e Aquele que enviou Cristo.” (20)

CONSTITUIÇÃO PASTORAL GAUDIUM ET SPES, SOBRE A IGREJA NO MUNDO ACTUAL
“É necessário, portanto, tornar acessíveis ao homem todas as coisas de que necessita para levar uma vida verdadeiramente humana: alimento, vestuário, casa, direito de escolher livremente o estado de vida e de constituir família, direito à educação, ao trabalho, à boa fama, ao respeito, à conveniente informação, direito de agir segundo as normas da própria consciência, direito à protecção da sua vida e à justa liberdade mesmo em matéria religiosa.” (26)
“O nosso respeito e amor devem estender-se também àqueles que pensam ou actuam diferentemente de nós em matéria social, política ou até religiosa. Aliás, quanto mais intimamente compreendermos, com delicadeza e caridade, a sua maneira de ver, tanto mais facilmente poderemos com eles dialogar.
Evidentemente, este amor e benevolência de modo algum nos devem tornar indiferentes perante a verdade e o bem. Pelo contrário, é o próprio amor que incita os discípulos de Cristo a anunciar a todos a verdade salvadora. Mas deve distinguir-se entre o erro, sempre de rejeitar, e aquele que erra, o qual conserva sempre a dignidade própria de pessoas, mesmo quando está atingido por ideias religiosas falsas ou menos exactas. Só Deus é juiz e penetra os corações; por esse motivo, proibe-nos Ele de julgar da culpabilidade interna de qualquer pessoa.” (28)
“Ela própria manifesta assim ao mundo que a verdadeira união social eterna flui da união dos espíritos e dos corações, daquela fé e caridade em que indissoluvelmente se funda, no Espírito Santo, a sua própria unidade. Porque a energia que a Igreja pode insuflar à sociedade actual consiste nessa fé e caridade efectivamente vividas e não em qualquer domínio externo, actuado com meios puramente humanos” (42)
“Entre os direitos fundamentais da pessoa humana deve contar-se o de os trabalhadores criarem livremente associações que os possam representar autênticamente e contribuir para a recta ordenação da vida económica; e ainda o direito de participar, livremente, sem risco de represálias, na actividade das mesmas.
Quando, porém, surgem conflitos económico-sociais, devem fazer-se esforços para que se chegue a uma solução pacífica dos mesmos. Mas ainda que, antes de mais, se deva recorrer ao sincero diálogo entre as partes, todavia, a greve pode ainda constituir, mesmo nas actuais circunstâncias, um meio necessário, embora extremo, para defender os próprios direitos e alcançar as justas reivindicações dos trabalhadores. Mas procure-se retomar o mais depressa possível o caminho da negociação e do diálogo da conciliação.” (68)
“Os cristãos que desempenham parte activa no actual desenvolvimento económico-social e lutam pela justiça e pela caridade, estejam convencidos de que podem contribuir muito para o bem da humanidade e paz do mundo.” (72)
“É plenamente conforme com a natureza do homem que se encontrem estruturas jurídico-políticas nas quais todos os cidadãos tenham a possibilidade efectiva de participar livre e activamente, dum modo cada vez mais perfeito e sem qualquer discriminação, tanto no estabelecimento das bases jurídicas da comunidade política, como na gestão da coisa pública e na determinação do campo e fim das várias instituições e na escolha dos governantes” (75)
“E de grande importância, sobretudo onde existe uma sociedade pluralística, que se tenha uma concepção exacta das relações entre a comunidade política e a Igreja, e, ainda, que se distingam claramente as actividades que os fiéis, isoladamente ou em grupo, desempenham em próprio nome como cidadãos guiados pela sua consciência de cristãos, e aquelas que exercitam em nome da Igreja e em união com os seus pastores”. (76)
“Tudo o que, tirado dos tesouros da doutrina da Igreja, é proposto por este sagrado Concílio, pretende ajudar todos os homens do nosso tempo, quer acreditem em Deus, quer não.” (91)
“Isto exige, em primeiro lugar, que, reconhecendo toda a legítima diversidade, promovamos na própria Igreja a mútua estima, respeito e concórdia, em ordem a estabelecer entre todos os que formam o Povo de Deus, pastores ou fiéis, um diálogo cada vez mais fecundo. Porque o que une entre si os fiéis é bem mais forte do que o que os divide: haja unidade no necessário, liberdade no que é duvidoso, e em tudo caridade.” (92)

SÃO FRANCISCO, ADMOESTAÇÕES, N. 3
“1.Diz o Senhor no Evangelho: Quem não renunciar a tudo que possui, não pode ser meu discípulo (Lc 14,33); e:
2.Quem quiser salvar sua alma, vai perdê-la (Lc 9,24).
3.Deixa tudo que possui e perde seu corpo o homem que se entrega inteiro à obediência, nas mãos de seu prelado.
 [...]
7.Mas se o prelado ordenar alguma coisa contra a sua alma, ainda que não lhe obedeça, todavia não se separe dele.
8.E se por isso sofrer perseguição de al­guns, ame-os mais por Deus.”
9.Pois o que prefere so­frer perseguição a separar-se de seus irmãos, permanece de verdade na obe­diência perfeita, porque dá sua vida (cf. Jo 15, 13) por seus irmãos.


terça-feira, 11 de abril de 2017

Terça-feira Santa, buscar a união com Cristo em nossas vidas


Is 50,4-7

4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. 5O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. 7Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.

Sl 70
Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Porque sois a minha força e meu amparo, o meu refúgio, proteção e segurança! Libertai-me, ó meu Deus, das mãos do ímpio.
— Minha boca anunciará vossa justiça.

Jo 13,21-33.36-38

33Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Vós me procurareis, e agora vos digo, como eu disse também aos judeus: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir’”.



Devemos procurar a Cristo, estarmos em união com Ele, para, com nossas obras, glorificarmos a Deus e sermos testemunho de Sua presença no mundo.

Paz e Bem!

terça-feira, 21 de março de 2017

3ª Semana da Quaresma - Terça-feira


"Javé é bondade e retidão, e aponta o caminho aos pecadores" (Sl 24, 8)

Quando nós, com retidão, reconhecemos nossos erros, ainda que supliquemos apenas tempo para aprendermos, o Senhor tem compaixão, liberta-nos de nossas angústias e perdoa todas as nossas faltas, ainda que não o peçamos (Mt 18, 27), tal é a grandeza do poder de Deus diante daquele que tem fé.


“De agora em diante, queremos, de todo o coração, seguir-te, temer-te, buscar tua face; não nos deixes confundidos, mas trata-nos segundo a tua clemência e segundo a tua imensa misericórdia; liberta-nos com o poder de tuas maravilhas e torna teu nome glorificado, Senhor”
(Dn 3, 41-43)

Paz e Bem!

domingo, 8 de janeiro de 2017



Hoje é a festa da EPIFANIA DO SENHOR
Epifania é uma palavra de origem grega que transmite a ideia de uma revelação ou inspiração especial com natureza divina. No calendário litúrgico católico romano é celebrada, como festa religiosa, no Domingo após o primeiro de Janeiro.
Como, em 2017, o 1° de Janeiro, dedicado à solenidade de Maria, Mãe de Deus, foi em um domingo, então a solenidade da Epifania dar-se-á no segundo domingo. E, por circunstâncias do calendário gregoriano e para organizar as meditações da Páscoa anual dos cristãos, que tem o inestimável auxílio do calendário litúrgico, a festa do Batismo de Jesus - na qual se relembra a Epifania a S. João Batista - será na segunda-feira seguinte (09), por a solenidade que a precede ocorrer em dia 07 ou 08.
Todas essa detalhada organização celebrativa traz para nós, católicos, um conjunto de leituras e orações diárias, reflexões e ações específicas, de caráter místico, litúrgico e prático que estão incluídas no TEMPO DO NATAL, o qual teve início no dia 24 de dezembro e se prolonga até o Batismo de Jesus.
Hoje, também conhecido como SANTOS REIS, contemplamos um dos grandes mistérios da nossa fé: a ENCARNAÇÃO DE CRISTO, a força da Palavra divina que se faz carne. Mas de um modo especial, não apenas seu "nascimento" para o mundo, mas o especial recolhimento de coração que, por ação do Espírito Santo, revela ali a presença de Deus humanado. A fé que no ser humano Jesus de Nazaré está o próprio Criador de tudo.
E o símbolo, o sinal, está não apenas na natureza, na estrela de Belém, ou em acontecimentos maravilhosos como o coro de anjos, ou na realização de profecias, mas no discernimento humano de três "reis magos" que se dispõem a submeter sua realeza e realidade mundanas (do mundo) ao que é maior e eterno.
Por eles, aprendemos que é preciso meditar nas coisas do alto, aplicarmo-nos a distinguir o que é de Deus e dar-Lhe o que de melhor temos. Isso é parte dos ensinamentos do Natal. Nesse caminho, Deus acompanhar-nos-á e Dirá o que devemos fazer em prol do crescimento do Seu Reino em nós e no próximo.
Por outro lado, vemos a junção da simplicidade de um nascimento em uma manjedoura, que tanto impactou Francisco de Assis, com a oferta de preciosidades da Terra (ouro, incenso e mirra). Mesmo sem buscar simbologias, com a beleza e ensinamento valioso que contêm, vemos que Deus quer nosso coração, não nossa riqueza ou pobreza material. Estas são caminhos do mundo para cada um, em seus desafios, aprender a trilhar e não deixar que afastem de Deus, do próximo, da família, do oprimido e da Fraternidade universal.
Paz e Bem!
Feliz Natal!

"A estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram." (Mt 2, 9-11)

domingo, 2 de outubro de 2016

Almoço dos Pobres 2016

Na sequência das atividades da Festa de  São Francisco, hoje foi servido com muita alegria o tradicional Almoço dos Pobres, no Convento.

" haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimentô" (Lc 15, 7)

domingo, 24 de julho de 2016

Curso de Cargos promovidos pela equipe do Conselho Regional PB/RN.

Hoje (24 de Julho de 2016), com muita alegria e entusiasmos, nossa fraternidade secular da OFS sediou um dos últimos encontros do Curso de Cargos promovidos pela equipe do Conselho Regional. Na oportunidade, aprendemos mais ainda sobre os serviços que podemos nos colocar a disposição em prol da fraternidade.
Estiveram presentes os irmãos das fraternidades de Ceará-Mirim, de Santo Antônio (do Salto da Onça), do Conjunto Soledade II (Natal), Cidade Satélite (Natal) e nós os anfitriões.







segunda-feira, 20 de junho de 2016

Festa Junina

A alegria e diversão marcaram a realização do  Arraiá do São Chiquinho.  
19 de Junho de 2016



 
 
  
Assistente Espiritual Frei José Soares


Vivência em fraternidade.

Viver em fraternidade é dividir a dor e somar a alegria com o próximo.

“Seculares, vocês são o remédio, a solução dos problemas do mundo” quando vivem seu carisma franciscano a serviço do próximo”. Segundo São Paulo, quem ama o próximo cumpre a Lei (cf Rm13, 8-10), portanto, viver em fraternidade é a pura prática do amor ao próximo.






Fraternidade São Francisco de Assis presente na 2ª Caminhada da Solidariedade.




Caminhada da Solidariedade é uma ação realizada pela Arquidiocese de Natal em parceria com outras instituições da sociedade civil e organizações governamentais que visa desenvolver a cultura da solidariedade como instrumento de transformação social.
Participam da iniciativa: Clero, agentes de pastorais, missionários/as, atores diversos que trabalham a criança e adolescente, jovens e adultos, artistas, empresários, sindicatos, instituições da Sociedade Civil, comunidades diversas, poder público e pessoas de boa vontade.
Beneficiários: Crianças, adolescentes, jovens e adultos em estado de vulnerabilidade social.


Programação: 07h – Missa | 08h – Caminhada | 11h – Encerramento

Saída: Santuário dos Mártires – Av. Miguel Castro, bairro Nazaré          Chegada: Catedral Metropolitana de Natal