"Francisco gostava de visitar igrejas, de estar nas igrejas. Estimulava os confrades a tomar a mesma atitude. Inclusive uma das primeiras orações que ensinou aos confrades foi para quando entrassem numa igreja. Ei-la:
Blog destinado à espiritualidade franciscana e divulgação das atividades da Fraternidade OFS São Francisco de Assis, em Natal-RN-Brasil
Franciscanos Seculares em Natal
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Levar o Evangelho à Vida
"Hoje que a Igreja deseja viver uma profunda renovação missionária, há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra, tanto aos mais íntimos como aos desconhecidos. É a pregação informal que se pode realizar durante uma conversa, e é também a que realiza um missionário quando visita um lar. Ser discípulo significa ter a disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus; e isto sucede espontaneamente em qualquer lugar: na rua, na praça, no trabalho, num caminho." (Evangelii Gaudium, n. 127)
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Corpus Christi
"Francisco gostava de visitar igrejas, de estar nas igrejas. Estimulava os confrades a tomar a mesma atitude. Inclusive uma das primeiras orações que ensinou aos confrades foi para quando entrassem numa igreja. Ei-la:
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Nota da CNBB sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício
Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa
Vice-Presidente da CNBB em exercício
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Nossa Senhora de Fátima - 13 de maio de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
5ª Semana Social Brasileira
quarta-feira, 13 de março de 2013
A Igreja se une com seu Papa
Temos papa. Um jesuíta sul americano. Francisco I. Em todo caso, estou emocionado. Vai e restaura a nossa casa. Oremos pela Igreja. Paz e Bem!
Cristo é a cabeça da Igreja. Contemos com seu apóstolo.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Retiro do Conselho e da Formação
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| Adriano (iniciante), Frei Xavier (assistente espiritual), Verônica (responsável pela formação), Marise (secretária) e Luís (vice-ministro) durante uma das reflexões |
Foi um momento para se colocar a serviço de Deus, orar para discernir os caminhos a seguir e aprofundar sobre a vida em fraternidade.
75 anos da Fraternidade
Na ocasião, foi lembrada a importância do serviço ao próximo e a missão do franciscano no mundo atual.
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| Durante a celebração no Convento de Santo Antônio |
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| A Fraternidade em momento de confraternização e alegria com toda a Família Franciscana |
segunda-feira, 4 de março de 2013
75 ANOS DA FRATERNIDADE SÃO FRANCISCO DE ASSIS - NATAL-RN
Missa de Ação de Graças às 18h30min na Igreja do Galo/Convento de Santo Antônio
Tendo por fundador São Francisco de Assis, a Ordem Franciscana Secular – OFS tem origem no século XIII (memorialepropositi, do Papa Gregório IX, em 1221) e já foi denominada de Ordem da Penitência e Ordem Terceira de São Francisco.
A OFS é estruturada a partir de Fraternidades e compõe-se de pessoas que, assumindo sua condição de batizados, propõem-se a seguir o Evangelho conforme o exemplo de São Francisco, observando a Regra e Vida da OFS.
A Fraternidade São Francisco de Assis integra a Família Franciscana do Brasil e fica na Cidade Alta (Centro), em Natal-RN. Foi a primeira da cidade, começou com as missões pregadas por Frei Damião de Bozzano e Frei Cipriano de Ponteccio OFM Capuchinho, que teriam fundado uma Ordem Terceira de São Francisco na Igreja de Santa Terezinha e nomeado a irmã Maria Galvão de Carvalho como Ministra. No entanto, essa Fraternidade não prosperou. Posteriormente, o Frei Bento de Terrinca foi nomeado Guardião do Convento Santo Antônio e aí fundou a Ordem Terceira, que foi ereta canonicamente aos 06 de março de 1938, e é parte integrante da Ordem Franciscana Secular do Brasil (OFS do Brasil).
sexta-feira, 1 de março de 2013
Envio-te aos teus irmãos
2ª semana da Quaresma, sexta-feira (Gn 37,3-4.12-13a.17b-28; Sl 104,16-21; Mt 21,33-46)
O envio do Filho. Por temor, por ignorância, por redenção. Esse é um tema que antecede a compreensão da grandeza de um Deus que se faz homem. E, diante da Campanha da Fraternidade, vemos nossos filhos serem chamados a dizer "envia-me, Senhor". E estes filhos somos nós mesmos, Filhos de Deus, frutos da evangelização.
"Enviai-me", esse foi o pedido que o profeta Isaías deixou escrito no que hoje temos como capítulo 6 de seu livro. Mas no capítulo antecedente (5), ele dizia:
meu amigo possuía uma vinha num outeiro fértil. Ele a cavou e tirou dela as pedras; plantou-a de cepas escolhidas. Edificou-lhe uma torre no meio, e construiu aí um lagar. E contava com uma colheita de uvas, mas ela só produziu agraço. E agora, habitantes de Jerusalém, e vós, homens de Judá, sede juízes entre mim e minha vinha. […] A vinha do Senhor dos exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta de sua predileção. Esperei deles a prática da justiça, e eis o sangue derramado; esperei a retidão, e eis os gritos de socorro. Ai de vós, que ajuntais casa a casa, e que acrescentais campo a campo, até que não haja mais lugar, e que sejais os únicos proprietários da terra. (vv. 1-3, 7-8)
O Senhor usa a idéia da vinha e, no Evangelho de hoje, podemos ler: "finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: 'Ao meu filho eles vão respeitar'" (Mt 21:37).
Nesta acusação que o Cristo fez aos sumos sacerdotes e fariseus, a vinha já produz. Porém, outros vêm e apossam-se dele, impedindo que os frutos da videira cheguem ao Senhor. Ao contrário, apesar do que possam dizer ou do que prometeram, querem-nos apenas para si.
E, para não sermos os novos arrendatários maus desta vinha, o que Deus espera que façamos? Está escrito: espera de nós a prática da Justiça que poupa o sangue, a vida terrena, dos irmãos, e a retidão, que alivia o fardo e o desespero dos que esperam salvação. Na vocação franciscana, isso está presente na radicalidade, totalidade e permanência do seguimento de Jesus em comunhão fraterna (Benedetto LINO, ofs, projeto de formação permanente, dossiê mensal n. 36, a. 3, dez. 2012, disponível em http://www.ciofs.org/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=605%3Amonthly-dossier-december-2012&catid=34%3Amaterials&Itemid=4&lang=es).
O mesmo "eis-me aqui" de Isaías (Is 6:8) também é dito, na leitura de hoje, por José - "eis-me aqui" (Gn 37:13) – quando Israel, seu pai, o chama e diz: "vou enviar-te a eles", teus irmãos (Gn 37, 12) "Vá ver como estão seus irmãos e o rebanho, e traga-me notícias" (Gn 37:14).
Temos essa disponibilidade de José? Apresento-me e digo "envia-me"?! Vou onde quer que estejam meus irmãos, com carinho, cuidado, para entregar a eles junto comigo? Trazer deles boas notícias a Deus? Como está o rebanho?
José vai. E é vendido como escravo. Que destino é esse? Que plano preparado por Deus que envia e depois aprisiona? Aprisiona, mas aprisiona em Cristo (Ef 3:1) e em seu caminho de liberdade.
Assim é que José vai ao Egito e depois se torna fonte de salvação para seus irmãos.
Da mesma forma é Deus conosco em nosso dia-a-dia. Ele nos aponta para onde ir. A entrega exige que não nos preocupemos com o que vamos encontrar no caminho. Não saberemos (Mt 5:36-37: "você não pode fazer um só fio de cabelo ficar branco ou preto. Diga apenas 'sim', quando é 'sim'; e 'não', quando é 'não'"; Mt 6:34: "não se preocupem com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas preocupações"; Mc 13:11: "Quando conduzirem vocês para serem entregues, não se preocupem com aquilo que vocês deverão dizer"; Lc 9:3: "Não levem nada para o caminho"; Mt 6:28: "Olhem como crescem os lírios do campo"). Precisamos compreender bem o significado de dizer "venha a nós o Vosso Reino, seja feita a Vossa Vontade", não a minha.
Devemos mantermo-nos firme e seguir o caminho que Ele nos aponta. Porém, o monte belo e maravilhoso que possamos vislumbrar no final não é nossa meta, mas apenas a direção. Muitas vezes, o que Ele deseja para nós não está lá, mas em algum ponto no meio do caminho. Ali é nossa chegada e um novo início, até realizarmos o seu desejo e assim, dar passos na nossa missão, a qual apenas se completa quando, puros, estivermos na presença do trono celeste.
Vamos aos irmãos!
Paz e Bem
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Reuniões e preparativos para o Capítulo
Esse é um momento muito importante pois não só predispõe os irmãos a refletir sobre como participam da vida fraterna, como também porque dá início às reflexões individuais para que o Espírito Santo ilumine os caminhos a serem trilhados.
No final de semana seguinte, o Distrito Natal da OFS reuniu-se em nossa sede, o que foi motivo de grande alegria. O irmão Charles, Coordenador Distrital, conduziu a reunião, a qual contou com a participação das Fraternidades que compõe o Distrito.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
SANTA ANNA SCHÄFFER, OFS 1882-1925
Em 21 de outubro de 2012, o Papa Bento XVI inscreveu no cânon dos santos a irmã franciscana secular Anna Schäffer, por seu exemplo de vida de adoração a partir da dedicação a Deus de seu sofrimento (clique aqui para a homilia do papa), cuja beatificação ficara a cargo de João Paulo II. Para a contínua santificação de nossas vidas a partir do exemplo do próximo, e para que saibamos de sua interecessão, eis o texto (clique aqui para ir direto ao site) do Conselho Internacional da OFS, em espanhol:
El Santo Padre, Benedicto XVI. ha canonizado Anna Schäffer, una franciscana seglar, durante la Santa Misa celebrada en la plaza de San Pedro en Roma, el 21 de octubre.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
O paralítico descido do teto: o curar e o perdoar
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Jesus, o que veio para batizar
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Oitava do Natal
"O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti! O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!"
(Nm 6, 24-26)
"Já não és escravo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro: tudo isso por graça de Deus."
(Gl 4, 7)
"Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus, como fora chamado pelo anjo antes de ser concebido."
(Lc 2, 21)
Santa Maria Mãe de Deus, Rainha dos Santos
Cristo nos ensinou a — de modo ousado para o que então se fazia — chamarmos a Deus de "Pai".
Mas Maria, o espelho da bondade de Deus na Terra, "ela tem o direito de chamá-lo 'Filho', e Ele, Deus onipotente, chama-a,com toda verdade, Mãe!" (http://www.paulinas.org.br/diafeliz/santo.aspx?Dia=1&Mes=1).
Paz e Bem!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Perseverar na fé
"Mas, a todos os que a receberam [a Palavra], deu-lhes capacidade de se tornar filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo."
(Jo 1, 12-13)
"Eles saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos, pois se fossem realmente dos nossos, teriam permanecido conosco. Mas era necessário ficar claro que nem todos são dos nossos. […] Se eu vos escrevi, não é porque ignorais a verdade, mas porque a conheceis, e porque nenhuma mentira provém da verdade."
(1 Jo 2, 19, 21).
João esclarece, "nem todos são dos nossos".
Nós mesmos não devemos nos assustar quando descobrimos que certas "características" ou "habilidades" nossas não são virtudes em si, mas formas elaboradas de tentar esconder, de nós ou dos outros, aspectos que nossa formação considera negativos em nossa personalidade. E assim, escondidos, poderiam passar toda uma existência a praticar seus males.
Às vezes é um egoísmo, outras uma tentação, por exemplo.
Da mesma forma, com a comunidade religiosa onde vivemos. Por isso devemos estar atentos para santificar o Corpo de Cristo.
A temática a ser abordada neste 7° dia da oitava do Natal é a perseverança na fé.
Esse é o Caminho dos nascidos de Deus. Não o caminho do erro, da mentira. Mas nem todos são da verdade e não cabe a nós o julgamento (Mt 7, 1; Lc 6, 37), sim perdoar e servir.
Por todos rezamos na liturgia eucarística e nas mais diversas devoções. É importante que saibamos entregar a todos e a nós mesmos à misericórdia divina, sem jamais deixar de lado nosso papel no mundo.
E é em razão de dar esse testemunho que somos chamados neste Ano da Fé (Bento XVI, Porta Fidei) a mostrar nosso amor pelo mundo como Ele nos amou (Jo 13:34).
A Igreja de Cristo não é um templo construído pelo homens ou seus santos e abnegados homens ordenados. A Igreja é a comunidade dos fiéis que partilham a mesma fé, o mesmo batismo e o mesmo destino: o de viver conforme o Evangelho.
Vivendo em comunidade e amando uns aos outros na felicidade de ser cristão, cada um desempenha sua habilidade para iluminar a realidade, como médicos, secretários, engenheiros, advogados, atendentes, vendedores, professores e profissões em geral. Acima de tudo, como pais, mães, filhos, familiares, amigos, irmãos na carne e na fé.
Dentre estes, onde cada um é chamado no estado em que se encontra (1 Cor 7), alguns do grupo são chamados para o ministério e pastoreio das coisas do céu, são os irmãos que recebem o sacramento da ordem, além dos que se dedicam à vida religiosa. E por dessa maneira se entregarem à oração ajudam os demais dessa comunidade a permanecerem fiéis ao Caminho.
Essa é a verdade maior fatual pois demais preceitos litúrgicos são iniludível consequência (Bento XVI, Sacramentum Caritatis). Da constatação de que basta o Amor emerge toda uma realidade na qual a caridade é o ápice da comunhãoe na qual a liturgia é um meio indispensável.
Infelizmente, é preciso dizer que ad afirmações em contrário decorrem de desconhecimento ou má informação, seja decorrente de boa ou má fé de si ou de outrem.
Além de ser dito, como já afirmado nesta oitava, uma religião da liberdade, também é uma religião de estudos e debates. Por homens reconhecidamente isentos e sérios por parte de historiadores, filósofos e comunidade acadêmica em geral.
A profusão de estudos e livros, debates, comissões, desmerece facilmente qualquer pecha leviana de falta de pensamento ou da existência de imposições herméticas.
Mas guardar um tesouro de pensamento de dois séculos que passou por guerras, revoltas, perseguições e que até hoje mantém viva a tradição deixada em pessoa pelo próprio Cristo e seus apóstolos exige meios atenção e zelo.
Cristo não é apenas um mestre galileu do primeiro século. Simplesmente é Deus. Nas igrejas, não cultuamos um Deus que deixou mensagens. Mas NOS REUNIMOS COM O PRÓPRIO CRISTO. É um momento especial de eucaristia onde a comunidade procura a Ele, como Ele mostrou na Terra. Vai além do fato Dele sempre nos acompanhar.
É por não aceitar essa realidade que tantos se perguntam do porquê o Cristianismo resistir tanto ao tempo.
Se é certo que os Evangelhos não registraram nenhum discurso de Cristo contra o judaísmo como religião, não é menos certo que seus atos reivindicaram uma nova forma do homem se relacionar com Deus que lhe ampliava e alterava. Uma forma orante na qual ele se compromete com o projeto divino ("assim como nós perdoamos"). Mais certo ainda é que Ele entregou a Pedro e aos apóstolos escolhidos, especificamente, o poder de administrar a comunidade. Não há deturpação de interpretação nisso.
E, na comunhão dos santos, esse poder permanece naqueles por ele escolhidos. Um povo que atravessa tempo, espaço e nações (Bento XVI, Luz do mundo). "Edificarei a minha Igreja" (Mt 16, 18).
A meta é seguir a Deus, edificar a sua Igreja, e não será o recurso argumentativo a pessoas que já foram para o Pai e suas possíveis faltas que devem afastar o cristão de seu caminho. Julgar o Caminho de Deus pelo julgamento de pessoas do passado com os olhos de hoje é desde o início inconcebível e sem sentido.
Essa verdade não é imposta. A pessoa adere a ela de livre e espontânea vontade. O católico é alguém que acredita nos preceitos que ele constrói em sua Igreja. Não é alguém que é submetido ou que tem vergonha ou que discorda levianamente sem sequer procurar conhecer. No mínimo a busca pela reconciliação com um religioso.
Por vários motivos, mundanos e espirituais, o que vemos é a proliferação de várias religiões, seitas, filosofias, que representam na verdade uma mescla de elementos católicos com outros criados pelos homens sem maior coerência teológica, com o único objetivo de usar o belo para atrair, retirando-lhe elementos essenciais e que poderiam comprometer esse "novo" discurso. Discurso que muitas vezes reedita questões que já foram enfrentadas pelos próprios apóstolos e profetas.
Cremos em Deus, na Luz do mundo, no Príncipe da Paz. Façamos um Ano Novo.
Paz e Bem!
domingo, 30 de dezembro de 2012
Nós e a Sagrada Família
Esposas, sede solícitas para com vossos maridos, como convém, no Senhor.
Maridos, amai vossas esposas e não sejais grosseiros com elas.
Filhos, obedecei em tudo aos vossos pais, pois isso é bom e correto no Senhor.
Pais, não intimideis os vossos filhos, para que eles não desanimem."
(Cl 3, 17-21)









